“Só quando se vêem os próprios erros através de uma lente de aumento, e se faz exatamente o contrário com os outros, é que se pode chegar à justa avaliação de uns e de outros...”
(Gandhi)
Vivo de teorias esboçadas e adaptadas por mim, baseadas naquilo que acredito e desejo.
Sou curiosa por natureza e movida pela inquietude.
Apaixonada pela VIDA e por todas as formas do SABER. Impaciente por viver.
Não consigo viver só na superfície das coisas. Preciso viver tudo com intensidade, em toda sua totalidade; fazer valer cada segundo.
Antes de qualquer decisão, procuro refletir sobre a filosofia do livre arbítrio.
Não tenho medo de me mostrar.
E como já dizia o poeta: Eu tô viva e esse é o meu espetáculo.
Dirijo a minha vida segundo o que sou e acredito.
Não tenho a pretensão de agradar a todos e não quero ser comum, tampouco normal.
Julgamentos apenas me fazem refletir, pois aprendi a ignorar o que pensam sobre mim. E sinceramente, POUCO me importa.
ERRAR faz tão parte da minha vida quanto comer, beber, dormir, amar...
Não sou perfeita (ainda bem).
No auge da minha falta de empatia, já julguei e fui julgada. Fui injusta com pessoas que eu mal conhecia. Logo eu que sempre fui contra injustiças.
Voltei atrás, afinal, sempre é tempo para mudança de atitudes.
Errar é humano, ser covarde não. Leio e releio essa frase - e toda vez, ainda sinto fazer eco dentro de mim. Acho que o mais importante na vida é termos humildade para reconhecer erros e com eles aprender.
Todos têm o direito de achar e falar o que pensam.
Em síntese, liberdade de expressão é um direito de todos. Porém, ninguém tem o direito de julgar; o julgamento, naturalmente, sugere uma idéia de superioridade, e definitivamente, ninguém é melhor que ninguém.
Então, antes de julgar, procure conhecer a verdade dos fatos e pondere as conclusões.
No mais, atire a primeira pedra quem nunca julgou.
